Preço do café cai pela primeira vez após 16 meses de alta

O preço do café caiu para o consumidor pela primeira vez após 16 meses consecutivos de alta, segundo a Fipe. Entre 16 de junho e 15 de julho, o café em pó registrou queda de 0,18% no Índice de Preços ao Consumidor (IPC), comparado ao mês anterior. Ainda assim, o produto está 86,5% mais caro do que há um ano. A queda está relacionada ao avanço da colheita no Brasil, que começou em março e tem pico entre junho e julho. Com maior oferta, os preços no campo já vinham recuando. Não há, no entanto, garantia de que a tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos aos produtos brasileiros vá provocar nova queda nos preços internos. O setor aguarda os desdobramentos das negociações com os EUA, principal comprador do café brasileiro, responsável por 16% das exportações em 2024. Segundo o Cecafé, outros mercados como China, Índia, Indonésia e Austrália têm potencial…

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Importações de café na Europa crescem 8,1% em 2024

As importações de café verde para a Europa estão em recuperação, mas ainda abaixo dos níveis pré-pandemia, com destaque para Alemanha e Itália, que continuam a liderar o mercado. O relatório da Federação Europeia do Café (ECF) de 2024/25 mostra que as importações de café verde para a Europa Ocidental aumentaram 8,1% no ano passado, totalizando 55,12 milhões de sacas. Dessas importações, 48,28 milhões de sacas (+9,2%) foram para os países da União Europeia. A Alemanha, que já foi o maior importador da Europa, voltou a superar a marca de 1 milhão de toneladas, com 17,68 milhões de sacas em 2024, um aumento de 17,8% em relação a 2023. A Itália ficou em segundo lugar, com 10,57 milhões de sacas importadas, representando um crescimento de 2% no mesmo período. Por outro lado, as importações da Bélgica caíram 3,8%, enquanto a Espanha registrou uma recuperação de 12,2%, com 4,31 milhões de sacas.…

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IBC-Br cresce 0,80% em março e supera projeções

O IBC-Br, indicador do Banco Central que antecipa o comportamento do PIB, registrou alta de 0,80% em março na comparação com fevereiro, alcançando 109,90 pontos (dados com ajuste sazonal). O resultado veio acima da expectativa de mercado, que previa avanço de 0,30% para o período. Na comparação com março de 2024, o índice subiu 3,49% (dado sem ajuste sazonal), também superando a projeção de alta de 2,80%. Desempenho acumulado Trimestre vs. mesmo período de 2024: alta de 3,68% Trimestre vs. trimestre anterior: avanço de 1,30% Acumulado em 12 meses: crescimento de 4,17% O IBC-Br é um dos principais termômetros para medir o ritmo da atividade econômica no país antes da divulgação oficial do PIB.

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Brasil é classificado como risco médio em nova regra da EUDR

A União Europeia publicou nesta quarta-feira (22/05) a classificação de risco por país no âmbito do Regulamento para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR). O Brasil — incluindo o café — foi enquadrado como risco médio. Essa classificação impacta diretamente a frequência de auditorias nas exportações: Risco alto: 9% dos volumes auditados Risco médio: 3% Risco baixo: 1%, com processo de due diligence simplificado Segundo o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), essa definição não surpreendeu, mas coloca o país atrás de concorrentes como Vietnã, Índia, Costa Rica e Quênia, que foram classificados como baixo risco. A classificação aumenta a exigência de rastreabilidade e geolocalização das áreas produtoras. O Cecafé destaca que o georreferenciamento em alta resolução do parque cafeeiro brasileiro é essencial para comprovar a ausência de desmatamento após dezembro de 2020, conforme pede o EUDR. Além disso, a regulamentação plena do Código Florestal, o aprimoramento do Cadastro Ambiental…

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Consumo de café cai 16% em abril com impacto da alta nos preços

O consumo de café no varejo brasileiro caiu 15,96% em abril, em comparação ao mesmo mês de 2024. O principal motivo é a alta acumulada dos preços, especialmente do café torrado e moído. Nos quatro primeiros meses de 2025, o consumo recuou 5,13%. Em março, a queda foi de 4,87%, enquanto janeiro e fevereiro ainda registraram leves altas. Segundo a ABIC, os preços do café moído subiram 80,2% em 12 meses, pressionando o consumidor final e reduzindo o volume comprado pelos supermercados. Mesmo com a retração, houve uma pequena recuperação de março para abril, com aumento de 0,84% nas vendas. A oferta de grão cru ainda é considerada “seletiva”, dificultando o acesso a matéria-prima de qualidade. Entre janeiro e abril, foram vendidas 4,75 milhões de sacas, contra 5,01 milhões no mesmo período de 2024 — a maior queda acumulada em 20 anos. No entanto, a demanda do consumidor final segue firme,…

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Fim

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