Informações: Agência Safras O consumo de café no Brasil deve continuar crescendo em 2025, mesmo com a disparada nos preços. A previsão foi feita por Pavel Cardoso, presidente da ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café), durante o 30º Encafé, realizado em Campinas (SP). Dados da Abras (Associação Brasileira de Supermercados) mostraram um aumento de mais de 5% no consumo de café no primeiro trimestre de 2025, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Isso ocorreu mesmo com o preço do café em pó (1 kg) subindo 92,7%, de R$ 30,10 para R$ 58,00 entre março de 2024 e março de 2025. Em 2024, o consumo nacional atingiu 22 milhões de sacas, um crescimento de 1,1% sobre 2023, número considerado surpreendente diante do aumento nos custos. Cardoso destacou que a indústria consome mais de um terço da produção nacional de café, que gira em torno de 60 milhões de…
Informações: Agência Safras Durante o 30º Encafé, o presidente da Associação Nacional do Café dos EUA (NCA), William Murray, apresentou dados que confirmam o café como a bebida mais consumida no país, superando até mesmo a água engarrafada. Uma pesquisa da NCA, realizada em janeiro de 2025, mostrou que 66% dos americanos tomaram café no dia anterior e 73% ao menos uma vez na semana. O consumo cresceu de forma lenta nos últimos anos, com destaque para cafés especiais e preferências por bebidas doces e geladas, especialmente entre os jovens. Já os consumidores mais velhos ainda preferem cafés quentes e tradicionais. O trabalho remoto e o ambiente econômico desafiador afetam o consumo, mas também abrem oportunidades, segundo Murray. A NCA também destaca o reconhecimento do café como bebida saudável pela FDA e reforça a importância de investir em educação e sustentabilidade. Apesar da concorrência crescente no mercado de bebidas, o café…
Informações: Agência Safras O presidente da Associação Nacional do Café dos EUA (NCA), William Murray, alertou que as tarifas impostas por Donald Trump podem elevar rapidamente os preços do café no país e impactar o consumo. A declaração foi feita durante o 30º Encafé, realizado em Campinas (SP). A NCA solicitou ao governo que o café seja isento das tarifas, mas ainda não houve resposta definitiva. Murray destacou que os EUA importam 99% do café que consomem — cerca de 25 milhões de sacas por ano —, sendo o Brasil o principal fornecedor. Embora o consumo não deva cair de imediato, o dirigente alertou que, caso o cenário persista, consumidores podem ter que repensar seus hábitos. O setor movimenta US$ 343 bilhões por ano e gera 2,2 milhões de empregos nos EUA.
O Livro Bege do Federal Reserve mostra que a economia dos EUA manteve-se estável, com crescimento contido nos 12 distritos do banco central. No entanto, o relatório destaca o aumento das incertezas ligadas à política comercial internacional, afetando as perspectivas em vários distritos. Em relação ao mercado de trabalho, as contratações cresceram levemente, especialmente em empresas B2B, enquanto setores voltados ao consumidor adotaram uma postura mais cautelosa. Já os preços continuam subindo de forma moderada, com empresas relatando expectativas de aumento nos custos devido a tarifas e adotando medidas como sobretaxas ou ajustes de preços. O documento serve de base para as decisões do Fomc e reflete a percepção de empresários e economistas regionais.
Os preços do petróleo caíram nesta quarta-feira, mesmo após os EUA anunciarem novas sanções ao Irã, focadas em redes de transporte de petróleo e gás liquefeito. Analistas apontam preocupações com um possível excesso de oferta global como principal fator de queda. A Opep+ enfrenta tensões internas, com países como o Cazaquistão indicando priorização de interesses nacionais. Fontes revelam que membros do grupo planejam propor novo aumento na produção em junho, pelo segundo mês consecutivo, diante da alta nos preços e da falta de coesão sobre os limites acordados. A decisão pode aliviar os preços, mas também aprofundar divisões dentro da Opep+, que tenta equilibrar oferta, demanda e estabilidade dos preços globais. Às 17h57 (horário de Brasília), o Brent caía 1,91% (US$ 66,15).